Gatos, Egito & Astrologia – Parte 1

Fico constantemente impressionada como as minhas três maiores paixões estão diretamente conectadas… serão memórias de outras vidas?

 

Desde criança sou apaixonada pelo Egito Antigo. É um universo que sempre me encantou, muito mais do que qualquer outra civilização da antigüidade. A arte, a cultura, a mitologia…tudo sempre me pareceu misterioso e fascinante – assim como sempre me pareceu misteriosa e fascinante a Astrologia, pela qual comecei a me interessar já na adolescência. Após algum tempo de estudo informal nessa área, deparei-me com a informação de que o Egito foi um dos berços da Astrologia (cujos primeiros registros foram encontrados na Mesopotâmia) e que o povo egípcio tinha uma estreita ligação com o cosmos e o céu.

Um dos exemplos é a orientação astronômica de diversos templos e monumentos.

Ísis (Auset) era identificada com a Estrela Sírius (da constelação Cão Maior), e Osíris (Ausar) com a constelação de Órion (Sah). Esses neteru (aspectos da divindade) eram consortes. Ausar era o Rei do Mundo dos Mortos e as pirâmides tinham funções funerárias. Hoje sabe-se que as três pirâmides de Giza foram construídas em alinhamento com a constelação de Órion, segundo Robert Bauval e Adrian Gilbert.

Além disso, na grande pirâmide de Queops, em Giza, existem quatro aberturas ou dutos – dois na Câmara do Rei e dois na Câmara da Rainha. A astrônoma Virginia Trimble descobriu que a abertura sul da Câmara do Rei se alinhava com a constelação de Órion na época em que a pirâmide foi construída, e a abertura sul da Câmara da Rainha, com a estrela Sírius.

O templo de Hathor, em Denderah,  também é repleto de alinhamentos astronômicos e simbolismos astrológicos, incluindo o conhecido Zodíaco de Denderah.

Zodíaco de Denderah

No próximo post, relações entre os gatos e o povo egípcio.

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6 comentários sobre “Gatos, Egito & Astrologia – Parte 1

  1. adorei seu post, muito pertinente sua visão, eu acredito que a astrologia foi uma ciência roubada de nosso mundo pela igreja católica, é o que poderia explicar o início de tudo…

  2. Oi Giane! (Sou a amiga ruiva do Elias… hahaha)
    Achei interessante que você tocou nesse ponto… eu também passei por esse tipo de experiência durante minha infância. Sempre me senti atraída pelo estudo da astrologia, desde que me entendo por gente. Mais do que isso: mitologia grega.
    Meu primeiro tarô, o mitológico – da Liz Greene com Juliet Sharman-Burke – foi adquirido quando tinha 10 anos de idade. Sem falar no meu amor por gatos… hahahaha.
    Sempre tive uma certa facilidade de acessar esse tipo de informação inata. Talentos para serem desenvolvidos? Experiências anteriores?

  3. Oi Simone! Grata pelo seu comentário… acho que a Astrologia, apesar de todas as tentativas de aniquilação e invalidação da Astrologia, ela sempre esteve por aí e sempre estará! De uma forma o outra, o conhecimento resistiu, se preserva e evolui.

  4. Oi Louise! Que bacana que você curtiu o post… e legal saber que temos tantas coisas em comum. Também adoro mitologia e inclusive meu trabalho de conclusão de faculdade foi sobre mitologia, não sei se cheguei a comentar com você.
    Realmente, o fato de a gente gostar de coisas que estejam tão interligadas faz pensar mesmo a respeito fragmentos de memórias anteriores, não? Eu, pessoalmente, fico intrigada…

    No post que estou preparando sobre gatos e Egito, trarei mais alguns alinhamentos! 🙂

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